sexta-feira, 28 de março de 2008

Homem promove vodka de cobra como elixir asiático

SANTO, Texas - Um rancheiro encontrou uma nova maneira de ganhar dinheiro: colocar uma cobra dentro de uma garrafa de vodca e vender o produto como um "antigo elixir asiático". Mas a brilhante idéia de Bayou Bob Popplewell's aparentemente o levou para o lado errado de lei, pois ele não tem licença para vender bebidas.

Popplewell, que criou cobras e tartarugas em seu rancho por mais de duas décadas, entregou-se às autoridades na segunda-feira. Ele passou cerca de dez minutos na cadeia depois que a Comissão de Bebidas Alcóolicas do Texas obteve mandados contra Popplewell por vender álcool sem licença e possuir álcool com a intenção de comercialização.

Se condenado, ele poderá ter de passar até um ano na prisão, e 1.000 doláres de multa.

Foram apreendidas 429 garrafas de vodca de cobra, e uma de tequila de cobra. Como cada garrafa era vendida por 23 dólares (aproximadamente R$41), isto siginifica um valor total de quase 10.000 dólares (cerca de R$ 18.000).

Popplewell disse utilizar a vodka mais barata que encontrasse como elemento preservador das cobras. O resultado final era uma bebida extremamente doce, que Popplewell comparou a xarope contra tosse.

"Honestamente, nunca vi uma pessoa beber aquilo", ele disse.

Fonte: MSNBC
http://www.msnbc.msn.com/id/23817798/

Até o além entra na luta contra a dengue no Rio de Janeiro

O Palácio do Planalto entregou os pontos e, diante de um relatório secreto preocupante sobre o risco de apagão, recorreu à reza forte para encher os reservatórios. O presidente Lula mandou convocar a Fundação Cacique Cobra Coral para chamar a chuva, com trabalhos de médiuns. É coisa séria. A fundação tem convênio com o Ministério de Minas e Energia. É a mesma que a prefeitura do Rio chama, todo réveillon, para espantar tempestades.

"Fique de olhos nos céus deste fim de semana", informaram os médiuns ao presidente Lula, antes de ele viajar para Cuba. Parece que está dando certo. Ontem, pelo menos em Brasília, já choveu muito. A prioridade da fundação é "encher os reservatórios de Minas Gerais". O convênio com o ministério vence semana que vem. Caberá ao ministro Edison Lobão (PMDB) decidir a continuação da parceria.


Em 2002:

A médium Adelaide Scritori, da Fundação Cacique Cobra Coral, que faz controles meteorológicos, concluiu sábado o que chamou de "Operação Dengue".

Através de um convênio da prefeitura carioca com a fundação, a missão da paranormal foi "suspender" as chuvas e manter as temperaturas acima dos 28 graus, em março e abril. Adelaide enviou um relatório sobre os trabalhos para César Maia e o ministro da saúde, Barjas Negri. O mundo precisa descobrir o poder de Adelaide.


Fonte: Jornal do Brasil, via FCCC
http://www.fundacaocoral.com.br/imprensa.asp

Americana vira homem, se casa com mulher e engravida

Los Angeles - Thomas Beatie, um transexual FtM (mulher para homem) casado, dará à luz uma menina no segundo semestre deste ano, após várias tentativas para ficar "grávido", informa a edição mais recente da revista "Advocate".

Beatie, cuja aparência masculina contrasta com a acentuada barriga dos seus cinco meses de gestação, se submeteu a uma operação para a retirada dos seios e a um tratamento de testosterona para mudar o corpo, embora tenha mantido os órgãos reprodutores femininos.

Casados há mais de dez anos, Beatie e a mulher, Nancy, sempre quiseram ter um bebê, mas esta teve uma endometriose há 20 anos e precisou tirar o útero.

Depois de enfrentarem o preconceito da sociedade e de suas famílias, e de alcançarem uma situação econômica confortável, ambos tomaram a decisão de que Beatie seria o "encarregado" de gestar o bebê.

"Oito anos tinham se passado desde minha última menstruação, mas meu corpo já se auto-regulava e eu não precisava tomar estrogênio, progesterona ou qualquer remédio para facilitar a fertilidade e ajudar a gravidez", declarou Beatie à revista.

Quando tomaram a decisão de ter um filho, o casal também enfrentou a oposição da classe médica.

"Os médicos nos discriminaram por suas crenças religiosas. Alguns se recusaram a me chamar pelo meu nome de homem e a reconhecer Nancy como minha mulher. As recepcionistas riam da gente e familiares e amigos nos negaram apoio. Grande parte da família de Nancy não sabia que eu era transexual", conta Beatie.

O primeiro médico a atender o casal teve que dispensá-lo porque sua equipe não se sentia à vontade para tratar alguém como Beatie.

Após gastarem milhares de dólares e passarem por nove médicos no espaço de um ano, Beatie e Nancy conseguiram ter acesso a um banco de esperma.

No entanto, a primeira tentativa do casal não foi bem-sucedida, já que o óvulo fecundado se instalou fora do útero, o que obrigou Beatie a passar por uma cirurgia e a tirar as trompas de falópio.

"Quando meu irmão soube da perda do feto disse 'Que bom que aconteceu. Quem sabe que tipo de monstro teria sido (esta criança)?'".

Na segunda vez, o casal teve mais sorte, e hoje Beatie está "grávido" de uma menina, que deve nascer em 3 de julho.

"Como um homem grávido se sente? Incrível. Estou estável e seguro de mim como o homem que sou. Tecnicamente, me vejo como um substituto de mim mesmo, embora minha identidade sexual seja de homem. Eu serei o pai; Nancy, a mãe; e seremos uma família", afirmou Beatie, que na entrevista pergunta à sociedade o que é ser "normal".